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CASTIGO NÃO, POR FAVOR!

CASTIGO NÃO, POR FAVOR!

AMEAÇAS E CASTIGOS FÍSICOS, NÃO… NÃO PODE!

 

Estamos observando cada vez mais, pais estressados e cansados por não conseguirem que seus filhos os obedeçam e escutem.

 

Por mais que se esforcem na tentativa de acertarem e alcançarem as crianças, continuam a não obter o comportamento tão esperado, pelo contrário, elas os desafiam e os irritam cada vez mais, até que os pais percam o controle. Alguns gritam demais, outros partem para agressão física e psicológica.

 

Quando chegam ao ponto da agressão física, já perderam o controle total de suas alternativas, “jogando a toalha”. A frustração é tão intensa diante da criança, que todos os recursos se esgotam.

 

Claro que agressão física não funciona, não existe nenhum resultado positivo nesse tipo de punição, contrariamente, a criança que é agredida sente-se deprimida, com baixa estima, tornando-se depressiva ou ansiosa, podendo afetar o controle do estresse e das suas emoções.

 

A criança que só atende pelo medo da punição, se afasta cada vez mais de seus pais, não sente mais vontade de conversar e contar suas histórias e irá mentir, omitir e se isolar.

 

Temos a consciência que bater não resolve então, qual é a solução?

 

Castigar mais? Com mais vigor? Deixar mais tempo sozinho no quarto, ocioso, pensando sabe-se lá o quê? Gritar mais, mais alto?

 

Claro que não! Nossa, cansei só de escrever, dá até um aperto no coração!

 

Esse poder que os pais tentam impor sobre seus filhos, principalmente nos dias atuais, onde as crianças são tão espertas e atentas a todas as informações, é uma arma voltada contra eles próprios, pois perdem a confiança dos filhos e hoje, mais do que sempre, precisamos tê-los por perto, criando vínculos de confiança e afetividade muito fortes para que “o mundo” não os tire de nós de forma dolorida.  E vocês sabem quais são os perigos dos caminhos mal trilhados, sem orientação acolhedora e amorosa da família, não é?

 

Os pais são os guardiões dos filhos, têm a responsabilidade de protegê-los, cuidando para que eles não se machuquem física e emocionalmente ou enfrentem perigos desnecessários. Então, vamos conversar mais, diálogos, combinados bem compreendidos, atenção, respeito, PRESENÇA por inteiro.

 

Além de tudo isto, mais serenidade nas respostas, firmeza nos pedidos, carinho e gentileza, sem disputas de poder.

 

Confiar e ajudar a criança, tratando o comportamento dela, separado do que a criança é.

 

Lembrem-se, GENTILEZA GERA GENTILEZA, calma e serenidade são grandes aliados em uma boa e eficaz conversa educacional.

 

 

 

Val Pasini

Escola Para Pais

 

 

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